Dançarina de Edoardo Tasca

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Descrição Fabulosa escultura em Cerâmica fina do mestre ceramista Edoardo Tasca, representando mulher ao gosto da Art Nouveau, numa inspiração clara do famoso Candeeiro em bronze dourado de “Loie Fuller, The Dancer ou Serpentine Dancer feitas por Raoul Larche”. Edoardo Tasca pegou certamente nesta icónica peça e fez a sua versão em cerâmica com acabamento a ouro fino de mulher envolta em vestido esvoaçante, com imensos folhos a envolver a dama, como que se o vestido se rodopia em torno da mulher, envolvendo e esvoaçando no ar. Peça cheia de movimento, sensualidade e suavidade ao gosto nouveau. Escultura de Série Limitada a 1000 Unidades, marcada na Base. “Scultura Viva Ediz. Limitata, ad Opere Nº 1000, Nº581. Edoardo Tasca N(coroa) Italy”

Dimensões: Alt: 52cm x Diâm: 22 cm

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"NOTA" Alessio Tasca, que assinava as suas criações sob o pseudônimo de Edoardo Tasca, é um ceramista e desenhista italiano, nascido em Nove (Vicenza), Itália, em 1929-2020. Aparentemente o seu talento artístico não foi por acaso, pois tratava-se de uma questão genética já que o seu pai dominava diversas facetas artísticas; Foi decorador de interiores, pintor, ceramista e músico (tocava violino e piano, acompanhava filmes mudos em teatros ou apresentava em festas). Como o seu pai morreu quando Edoardo era pequeno, assim que terminou o ensino fundamental, ele dedicou-se à sua atividade favo-rita, que era o design. Edoardo começou a frequentar o atelier do pintor e ceramista Juan Petucco, que convenceu a família a permitir que continuasse os seus estudos no Instituto de Arte de Veneza. A 24 de outubro de 1948, juntamente com os seus irmãos Marco e Flavio, deu vida ao laboratório Tasca Artesanos Ceramistas e começou a preparar uma série de modelos inspirados na tradição Novi que mais tarde não se tornaram comerciais para eles. Em 1949 Tasca participou da primeira exposição da sua carreira na V Mostra Italiana Arte Sacro An-gelicum em Milão. É em 1951 que participa na Trienal de Milão com os pratos «terra» que fazem grande sucesso e em 1952 participa pela primeira vez na Bienal de Veneza, no pavilhão de artes deco-rativas «Veneza», com «vasos e pratos.” Abriu atelier próprio em 1961 onde se dedicou principal-mente à escultura real (scultura viva). Na Bienal de Veneza em 1964, sempre nas Artes Decora-tivas, obteve o 1º Prémio de Cerâmica e na Bienal de Gubbio 1966 obteve também o 1º Prémio pela sua obra "Red Lobster". Em 1972, o Victoria and Albert Museum adquiriu uma Tasca Cornovaso, que ainda está preservada e exposta no Museu de Artes Decorativas de Londres. A cidade de Nove encomendou a Tasca em 1991 a realização de uma "decoração" da parede que confina, a sul, com a área da antiga Manufatura Antonibon (então Barettoni) para substituir a que ele próprio tinha feito em 1956. Nos anos 2000 participou em diversas exposições, algumas das quais na Galeria Nacional de Arte Moderna, no Museu Internacional de Cerâmica de Faenza e no Museu Cívico de Bassano del Grappa. Em 2000 foi nomeado membro da Academia Olímpica de Vicenza. Em 2010, o documentário Winter Harvest foi dedicado a ele, Alessio Tasca, um retrato, dirigido por Riccardo De Cal. Ainda em 2014 Participou da exposição “La Ceramica che cambia” no Museo Internazionale della Ceramica di Faenza.